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E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. João 17:3


1- Não pode ser do acaso que existe um universo com tudo o que o compõe - nomeadamente a nossa existência enquanto seres-humanos.

 

2- Não é para mim imaginável sermos fruto desse acaso, pois somos criaturas com a capacidade de amar. Se somos fruto do acaso, o amor também não passa de uma ilusão. Não posso conceber essa possibilidade.

 

3- A justiça só faz sentido se existir uma referência que nos diga o que é certo ou errado. Se somos fruto do acaso, a justiça será sempre relativa - porque o que para mim é certo, para o outro pode ser errado.

 

4- É a ausência dessa referência na nossa vida, que faz e sempre fez com que o mundo nunca tivesse ordem.

 

5- Essa referência aparentemente não está no controle, porque a raça-humana se deixou corromper pelo orgulho e independência própria.

 

6- Essa referência existe e promete colocar a ordem nos céus e na terra através do seu filho Jesus Cristo.

 

7- Para colocar a ordem e para que estejamos todos sob o domínio do criador, tem que haver uma consequência para a rebeldia do homem.

 

8- O criador, pela sua misericórdia e pelo seu plano de salvar o homem, entregou o seu filho Jesus Cristo ao castigo que era devido à raça-humana, para que todo aquele que nele crê, pudesse ser salvo e ter a vida eterna. Este castigo era inevitável pelo carácter santo de Deus, mas logicamente também, que sem prometer desde já um castigo eterno aos que rejeitam a sua revelação, não seria possível colocar tudo nos desígnios de Deus, pois o homem só por si continuaria rebelde.

 

9- Independentemente de tudo, o facto de existir matéria, espaço e tempo; pressupõe que algo já teria que existir na eternidade para que trouxesse tudo à existência. Esse criador não nos deixou no escuro, tanto na revelação natural que pode ser observada à nossa volta, como se dá a conhecer a si e ao seu plano na escritura sagrada.

 

10- Fazia parte dos desígnios de Deus antes da fundação do mundo que o "mal" (oposição a Deus e aos seus propósitos) se manifestasse para que o seu filho Jesus Cristo nos comprasse pelo seu próprio sangue. Ou seja, Deus deixou o homem viver como se a tal "referência" [Deus] não existisse, conhecêssemos na prática o que é o mal e as suas consequências, e assim, fossemos eternamente dependentes do criador. Após sermos regenerados pelo poder do sangue de Cristo, não há possibilidade lógica de voltarmos atrás e sermos de novo rebeldes. A verdadeira liberdade passa por estarmos dependentes do nosso criador e a manifestação prática do "mal" serviu para que Cristo se revelasse a nós e pudéssemos olhar para Deus com tudo o que ele representa para nós. Só por si somos dependentes do criador, mas o sangue de Cristo sela definitivamente essa nossa condição. Nem todos serão salvos do fogo eterno, mas somente um povo que Deus escolheu e amou antes da fundação do mundo. Porque Deus não espera que o amemos. Foi ele quem nos amou primeiro. Isto para mim faz sentido o que prova que fui tocado por ele. Quero acreditar, e preciso de acreditar, por muito que ainda tenha que crescer espiritualmente.

 

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Depois da última ceia e antes de ser entregue às autoridades para a respectiva crucificação:

 

Jesus falou assim e, levantando seus olhos ao céu, e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti;
Assim como lhe deste poder sobre toda a carne, para que dê a vida eterna a todos quantos lhe deste.
E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.
Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer.
E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse.
Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste; eram teus, e tu mos deste, e guardaram a tua palavra.
Agora já têm conhecido que tudo quanto me deste provém de ti;
Porque lhes dei as palavras que tu me deste; e eles as receberam, e têm verdadeiramente conhecido que saí de ti, e creram que me enviaste.
Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus.
E todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e neles sou glorificado.
E eu já não estou mais no mundo, mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós.
Estando eu com eles no mundo, guardava-os em teu nome. Tenho guardado aqueles que tu me deste, e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que a Escritura se cumprisse.
Mas agora vou para ti, e digo isto no mundo, para que tenham a minha alegria completa em si mesmos.
Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo.
Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.
Não são do mundo, como eu do mundo não sou.
Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade.
Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo.
E por eles me santifico a mim mesmo, para que também eles sejam santificados na verdade.
E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela tua palavra hão de crer em mim;
Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.
E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um.
Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim.
Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste; porque tu me amaste antes da fundação do mundo.
Pai justo, o mundo não te conheceu; mas eu te conheci, e estes conheceram que tu me enviaste a mim.
E eu lhes fiz conhecer o teu nome, e lho farei conhecer mais, para que o amor com que me tens amado esteja neles, e eu neles esteja.

João 17:1-26

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